Plano de gestão turística
Fazendas Ibiti e Santana, Itararé – SP
O Plano de Gestão Turística das Fazendas Ibiti e Santana teve como objetivo estruturar e qualificar o uso de nove atrativos do Rio Verde, Itararé, SP, como ambientes de visitação, lazer e experiência, garantindo que o desenvolvimento do turismo aconteça de forma organizada, segura e ambientalmente responsável.
A iniciativa partiu do entendimento de que esses territórios possuem um grande potencial turístico, mas que sua consolidação depende de planejamento, definição de diretrizes e articulação entre os diferentes atores envolvidos.
O projeto realizou diagnósticos das áreas de interesse com o objetivo de compreender suas dinâmicas, potencialidades e limitações. A partir desse levantamento, foram propostas metodologias de gestão para orientar o ordenamento do fluxo turístico e equilibrar o uso dos espaços com a preservação ambiental e a qualidade da experiência dos visitantes.
Outro ponto central do plano foi o delineamento de responsabilidades entre os diferentes agentes envolvidos — proprietários, equipes técnicas, parceiros e comunidade — garantindo maior clareza na condução das atividades e nosprocessos de implementação.
Mais do que organizar a visitação, o Plano de Gestão Turística busca fortalecer uma relação mais consciente entre pessoas e território, contribuindo para a valorização das paisagens e dos modos de vida locais, para a construção de um turismo sustentável e integrado à realidade regional.
Processo e resultados
O desenvolvimento do Plano de Gestão Turística das Fazendas Ibiti e Santana envolveu a realização de diagnósticos técnicos das áreas disponíveis à visitação, com levantamentos dedtalhados das condições existentes, usos atuais, potencialidades e pontos de atenção relacionados à segurança e à conservação ambiental.
A partir do diagnóstico foram elaborados relatórios técnicos contendo diretrizes para o ordenamento do fluxo de visitantes, definição de áreas de uso, recomendações para implantação de infraestrutura mínima e orientações para adequação às normas legais aplicáveis.
Os materiais produzidos também contribuíram para a organização das responsabilidades entre os diferentes atores envolvidos, apoiando a estruturação da gestão das atividades turísticas de forma mais clara e integrada.
Como resultado, o projeto gerou subsídios técnicos para a implementação de um modelo de visitação mais seguro, organizado e ambientalmente responsável, fortalecendo o potencial turístico das propriedades de forma alinhada às características do território.
FICHA TÉCNICA
Coordenação geral e avaliações ambientais: Regina Celia Negrão Machado
Ferramentas e metodologias de gestão turística: Michelle Schröder Matos
Educomunicação e Sinalização: Jane Silveira Fernandes
Acessos, status de uso e ocupação: Edilson José de Moraes
Infraestrutura e estimativa de custos: Leandro Amaro Rosa
Estudos de riscos, normalização e de segurança turística: Carlos Alberto Ornellas Filho












